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Sim ou não? O que sabemos sobre o possível retorno de Thaísa à seleção brasileira de vôlei

Faltando menos de um mês para a estreia na Liga das Nações 2023 de vôlei, a seleção brasileira feminina vive a expectativa de contar com um importante retorno em busca do seu primeiro título da competição entre países: a central Thaísa.

Ausente da equipe desde que pediu dispensa dos Jogos Tóquio 2020, alegando que precisava cuidar do seu corpo e pensando na longevidade de sua carreira, a jogadora de 30 anos vem sendo um dos destaques da atual Superliga defendendo o Minas, que busca o quarto título seguido da Superliga ao cair diante do Praia Clube no próximo domingo.

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Thaísa aparece na lista de 30 jogadoras relacionadas pelo técnico José Roberto Guimarães para a disputa da Liga das Nações, mas sua presença ainda não confirmada pela própria jogadora, pelo treinador ou pela Confederação Brasileira de Vôlei (CBV).

A jogadora chegaria para suprir a ausência na seleção justamente de uma companheira de elenco no Minas: Carol Gattaz, que sofreu uma lesão séria no joelho e ficará entre seis e nove meses ausente das quadras. Ela havia feito parte do grupo que disputou o Mundial do ano passado pelo desfalque de Diana, que já está atuando normalmente e também está no grupo para a Liga das Nações.

Respeito e admiração por Zé Roberto

Apesar de sua saída da seleção em 2021 ter sido considerada uma surpresa, já que ela vinha em excelente fase pelo Minas - tinha acabado de ser campeã da Superliga daquele ano -, Thaísa nunca escondeu sua admiração por Zé Roberto. Foi ele que, inclusive, abriu as portas do Barueri para que ela se recuperasse das graves lesões no joelho esquerdo e no tornozelo direito que sofreu em 2017, quando atuava na Turquia.

"O que temos de pensar da Thaisa é na recuperação dela. Ela tem que se recuperar e estar bem, para depois pensar em alguma coisa (...) o que mais me preocupa é a recuperação. Ela é uma jogadora importante para o time, mas também importante para a seleção", comentou o treinador em matéria para o Globoesporte.com ainda em 2017.

De fato, a presença de Thaísa em quadra viria para ajudar muito a seleção: ela tem no seu currículo nada menos que duas medalhas Olímpicas de ouro pelo Brasil, nos Jogos Beijing 2008 e Londres 2012, além de seis títulos do Grand Prix (competição hoje substituida pela Liga das Nações), uma prata e um bronze em Mundiais, um vice na Copa do Mundo e na Copa dos Campeões.

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Sob o comando de Zé Roberto, Thaísa brilhou pelo Brasil. Será que a parceria vai ser retomada? (FIVB / Divulgação)

Silêncio e foco na final da Superliga

Até o momento, ninguém se manifestou para confirmar o retorno de Thaísa. A jogadora segue em silêncio e concentrada em garantir mais um título para o Minas na Superliga feminina. Seus números têm sido decisivos: ela é a 14a melhor pontuadora, com 283 pontos, e aparece em quarto entre as bloqueadoras, com 73 bloqueios vencedores, e sacadoras, com 24 aces, segundo o site oficial da competição.

Somente o fato de estar na lista de Zé Roberto não garante que a central fará parte do grupo que disputará a Liga das Nações, mas é daquela relação que sairão os nomes para a competição - por isso os rumores para um possível retorno ganham força.

Thaísa, por sua vez, também sabe da importância do treinador para a sequência de sua carreira.

"Quero agradecer especialmente ao Zé Roberto e toda sua família que foram fundamentais neste retorno , além da comissão técnica e todos os que me acompanharam nesta caminhada. Sem o esforço, apoio e incentivo de cada um, não sei se chegaria tão longe," disse a jogadora na carta divulgada quando pediu dispensa em 2021.

De fato, a presença no grupo da Liga das Nações 2023 pode ser uma forma de retribuir tudo isso - se vai acontecer ou não, resta aguardar pelo menos até o domingo. Mas se considerarmos a última frase da sua despedida, pode ser que logo isso vire um "até breve".

_"_Estarei sempre à disposição para ajudar e, mais do que tudo, gritar e comemorar nossas conquistas."

O Brasil está no grupo 2 da Liga das Nações feminina e estreia em 31 de maio diante da República Popular da China, na cidade japonesa de Nagoya, às 6h de Brasília.

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